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A interpretação que não valia uma libra

A festa da democracia chegou. Um líder das pesquisas está no xilindró. Outro líder das pesquisas levou uma facada. 

Mas como 7 a 1 pouco é bobagem, descobriram que um intérprete de LIBRAS do Espírito Santo simplesmente não fazia a interpretação. Com isso, os surdos assistiam à propaganda política e não entendiam nada do que os políticos falavam (se bem que quem ouve também assiste e não entende nada, mais isso é outra história).
É TÓISS QUE AVOA, BRUXÃO

O curioso é que o mesmo intérprete trabalhava para candidatos do PT (Partido Tucano) e do PSDB (Prepara a Safadeza Direito, Brasil).

Resumo da história: o intérprete não sabia interpretar mas interpretava tão bem que sabia interpretar que acabou interpretando mesmo sem saber.

O Brasil não é para amadores (ou é).

Com imagens do G1.

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